Para os homofóbicos de plantão vamos ler um pouquinho da história do Peterson, morto aos 14 anos por ser filho de uma união homoafetiva.
" Marcio, pai do adolescente, contou que adotou Peterson duas vezes. Na primeira, o garoto tinha apenas dois anos. Uma conhecida ofereceu a criança porque não tinha condições de cuidar dos filhos.
— Ela perguntou se eu queria o menino, eu não pensei duas vezes. Claro que aceitei.
Seis anos depois, o pai biológico pediu Peterson de volta e Márcio não conseguiu reverter o pedido de guarda. Quando o adolescente estava com 12 anos, ele conseguiu achar o menino em um abrigo público. A criança havia sido tirada dos pais biológicos por maus-tratos. Foi preciso pedir a guarda e lutar para tirar o garoto de lá.
— Foi aí que eu trouxe o Peterson e o irmão dele para casa. Nunca mais nos separamos.
No dia 5 de março, dia da briga na escola José Eduardo V Raduan, Peterson foi feliz para colégio porque seu time, o Corinthians, tinha ganhado uma partida na Libertadores. Apesar de ter 14 anos e estar no ensino fundamental, ele ainda não sabia ler nem escrever. Só sabia cantar, como conta o pai."
Fonte: Portal R7